Visitamos a fabrica de amortecedores Monroe

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O Falando de Carro teve a grande oportunidade de conhecer a Fábrica da Monroe, localizada em Mogi Mirim, no interior de São Paulo. Abaixo vou contar um pouco da história da marca e da minha visita lá.

A Monroe foi fundada em 1916, em Michigan (EUA), com o nome de Brisk Blast Manufacturing Company. Iniciou suas atividades com a produção de equipamentos para pneus, lançando o primeiro amortecedor dez anos depois. Está presente em todos os continentes, com mais de 70 fábricas e 14 Centros de Engenharia.

No mercado local, a Monroe fabrica amortecedores para veículos leves, pesados e utilitários de várias marcas. Atualmente a marca está presente em 97% dos carros vendidos no Brasil.

A planta de Mogi Mirim tem 120 mil metros quadrados, 30 mil metros quadrados de área construída, que fabrica todos os escapamentos comercializados pela marca e pelas montadoras no Brasil, além da fabrica de escapamentos Walker, que assim como a Monroe pertecem ao grupo Tenneco.

Durante a visita a fábrica, pude conhecer todo o processo de construção dos amortecedores, desde as barras de ferro, até o produto embalado na caixa.

Monroe

No processo de fabricação, vi que o mesmo processo e qualidade que a Monroe fabrica os amortecedores originais para as montadoras, são os mesmos vendidos no mercado de auto-peças.

Se a sua dúvida foi a mesma que eu tive, sim, a Monroe é responsável por fornecer amortecedores para praticamente todas as marcas que produzem carros no Brasil.

Percorrendo a fabrica vi amortecedores AC Delco (original GM), FOMOCO (FORD), Ford, Toyota, Peugeot e Volkswagen. De acordo com Juliano Caretta, porta voz da Monroe no Brasil, apenas a Fiat não usa os amortecedores Monroe, já que eles possuem uma marca própria.

A unidade de Mogi Mirim também tem autonomia para criar novos amortecedores e homologar sem que o produto seja aprovado pela matriz nos EUA. De acordo com o Caretta, os amortecedores criados para o mercado brasileiro é um dos melhores do mundo, devido eles serem bem resistentes para o mercado brasileiro.

Durante a visita também notei a limpeza e a organização em todos os processos de produção. Todos os amortecedores também passam por vários processos de teste de qualidade para quem nenhum modelo com defeito seja vendido.

Pude acompanhar o processo de verificação de impurezas na barra de ferro que fica dentro do amortecedor e outro das válvulas por onde o óleo passa por dentro do amortecedor. De acordo com a fabrica, 100% dos produtos são testados.

Sobre o autor: Renato Maia

 

Jornalista, Renato Maia é apaixonado por carros e tecnologia. Nascido no ABC paulista, ele respirou o ar das grandes montadoras que atuam na região, como Volkswagen, Chevrolet, Ford e Mercedes, que fazia o garoto de São Bernardo se encantar por automóveis. Logo a vontade de juntar o jornalismo e carros foram se aproximando, e em 2011 ele criou o Falando de Carro.

 

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